6 FEV2019
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A luta contra a solidão na Terceira Idade

A consequência do abandono

"A legislação traz direitos e deveres para a família e a sociedade no que tange à proteção da pessoa idosa. A Constituição Federal estabelece que ninguém deverá ser abandonado quando atingir a velhice. Para corroborar com os direitos estabelecidos na Carta Magna, foi criado o Estatuto do Idoso, Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003."

A solidão é definida como o estado de quem se acha ou se sente desacompanhado ou só. Já idoso, se caracteriza como quem tem muitos anos de vida. A junção desses dois significados provoca um adoecimento da terceira idade (pessoas a partir de 60/65 anos) por conta de diversos fatores como divisões biológicas, sociais, psicológicas, econômica, jurídica e até mesmo política. A maior dificuldade nesse momento é conseguir manter o emocional forte, pois a depressão encontra numa pessoa idosa o lugar ideal para se instalar.

A falta da família é um agravante, o convívio social reduzido ou zero é uma consequência, a lentidão para concluir algumas atividades provoca irritação em si mesmo e em pessoas próximas, a diminuição do apetite o deixa mais fraco, as horas de sono podem aumentar ou diminuir pela falta de perspectiva de vida, fora a saudade do tempo em que trabalhavam e se sentiam úteis para mundo. Filhos, netos e sobrinhos devem se manter atentos para não passar para o idoso apenas partes ruins sobre o cotidiano e as dificuldades enfrentadas por todos ao redor, isso pode desenvolver um constrangimento sobre ser mais um "peso" para a família.

Acabar com esse indício contra a vida é primordial. É preciso solucionar o problema com ajuda, aceitar que o orgulho não o levará há lugar algum, que o sentido é criado dentro de si e não encontrado nos outros e que a adaptação às mudanças de rotina pode ser vista de forma positiva.

Fonte Afaceesp