A saudade rôxa flôr,
Só nasce no coração;
E na alma do poeta.
Rimando com a canção.
Desce a noite sombria,
O silêncio tudo realça;
E o som de uma melodia,
Ou acórdes uma valsa.
Saudade quanta saudade,
Do teu olhar feiticeiro;
Da franqueza do sorriso,
Do caboclo brasileiro.
Tudo o que digo ou escrevo,
Não sou eu, é o coração;
De tanto sofrer tornou-se,
Um poeta de vocação.
Eu nasci além da serra,
Bem longe, lá no sertão:
Tenho alma de caboclo.
Sou caboclo de coração.
Saudade é perfume triste,
De uma flôr que não se vê;
E dôr que não se resiste,
E a saudade de você.
Saudade palavras nossa,
Sete letras sem tradução;
Pronunciada bem baixinho;
E um soluço do coração.
Autora: Augusta Pereira Medardoni
Mâe de nossa associada Vitoria Medardoni
Viveu de 1914 a 1974
compôs poesias na década de 1960/70
seu pseudônimo era: Yara Bastos publicava em jornais da época.
Vá se preparando para a grande festa dos 30 Anos da Afaceesp.
Quando Setembro vier será aquela Festa!.
Por enquanto, vamos relembrar um pouco Elvis...
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A cartomante está vendo a sorte de um cliente na bola de cristal:
- Vejo uma morena que o fez sofrer muito no passado.
Agora vejo uma loira que o fará sofrer muito no futuro.
- É minha mulher! Ela pintou o cabelo!
A mulher foi ao médico:
- Doutor, o meu marido está completamente louco! Vira e mexe ele começa a conversar com o abajur!
- E o que ele diz?
- Eu não sei, responde a mulher.
-Como não sabe? A senhora mesmo disse que viu ele conversando com o abajur.
- Não, eu não disse isso... eu disse apenas que ele conversa com o abajur.
- Mas, então, como foi que a senhora descobriu?
- Foi o abajur quem me contou!
-
Um maluco telefona para o corpo de bombeiros avisando que estava pegando fogo no hospício. Menos de 5 minutos depois os bombeiros chegam e o comandante pergunta?
- Onde é o fogo?
E o louco: Vocês vieram tão rápido que eu ainda não acendi...
O homem foi queixar-se ao síndico do edifício:
- Quero que o senhor proíba a mulher do apartamento 513 de gritar com o marido dela.
- E quem é o marido dela?
- Sou eu...
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Um amigo para o outro:
-Eu soube que você comprou um saxofone prá sua mulher. Você não gosta mais do piano?
- É que com o saxofone ela não pode cantar enquanto toca.
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O homem vai até a delegacia prestar queixa de um roubo.
- O ladrão entrou lá em casa de madrugada e nem eu nem a minha mulher percebemos.
O delegado registra a queixa e no dia seguinte manda chamar a vítima.
- O meliante tá preso. Agora só falta recuperar o que ele roubou.
- Posso falar com ele, seu delegado?
- Prá quê?
- É que se ele me disser como conseguiu entrar lá em casa de madrugada sem acordar minha mulher aí eu retiro a queixa e ele pode ficar com tudo o que roubou...